Sou o Coronel WILLIAN, ex-Comandante Geral da Polícia Militar do Espírito Santo, com mais de 35 anos dedicados à segurança pública.
Ao longo dessa trajetória:
Isso me permitiu conhecer a segurança pública por dentro:
nas ruas, nos batalhões, nos presídios e nos gabinetes – sempre com um objetivo central: proteger vidas.
Sou graduado e especializado em Segurança Pública e Inteligência, graduado em Educação Física e instrutor de Armamento e Tiro e de disciplinas físicas e técnicas voltadas à formação de policiais.
Essa combinação de prática e estudo me dá hoje a autoridade – e a responsabilidade – de falar com você sobre como se manter vivo nessa guerra urbana e como proteger sua família.
Venho de uma família simples, de classe média, humilde e bem-educada.
Antes da farda, trabalhei como lavador de copos em uma lanchonete no centro de Vitória e como auxiliar técnico em edificações, após estudar na antiga Escola Técnica (hoje IFES).
Em 1982, prestei concurso para o Curso de Formação de Oficiais da PMES.
Em 1983, fui para a Academia da Brigada Militar em Porto Alegre, onde permaneci por três anos, porque o Espírito Santo ainda não tinha academia própria.
Foi uma formação militar extremamente rigorosa:
De sete capixabas que começaram, quatro se formaram. Três desistiram no começo.
Ali não se discutia: ou se fazia, ou se pedia para sair.
Fui mais forte que o sistema e venci.
Fui declarado Aspirante a Oficial no fim de 1985 e retornei ao Espírito Santo, iniciando uma jornada em que galguei todos os postos até chegar a Coronel, sempre em funções de comando e gerenciamento.
Sempre carreguei a inquietação de fazer algo concreto pelo próximo. Essa inquietação me levou a:
Mesmo em um ambiente em que “polícia e bandido” parecem personagens antagônicos, o respeito conquistado ao longo da carreira permitiu manter o controle do sistema à época.
Ao longo dessa vivência, ficou claro para mim que muitos capixabas estavam sendo furtados, roubados e mortos pelas mesmas pessoas presas várias vezes, algumas mais de dez ou vinte vezes. O problema não era a polícia em si, mas a impunidade – o famoso “prende e solta”.
Mais tarde, tive a honra de exercer o maior cargo da corporação:
Comandante Geral da Polícia Militar do Espírito Santo.
Um episódio marcou esse momento. Ao receber o convite do Governador do Estado para comandar a PM, ouvi:
“Coronel, o senhor está preparado para este cargo?”
Respondi:
“Governador, eu me preparo há 28 anos para isso.”
A alegria e o senso de responsabilidade vieram juntos.
Naquele momento, eu tinha um estado inteiro para proteger, com cerca de 3,6 milhões de habitantes.
Enquanto a Polícia Militar esteve sob o meu comando, duas conquistas se destacaram:
Essas ações fortaleceram quem está na linha de frente, todos os dias, arriscando a própria vida para proteger a sociedade.
Quando fui para a reserva – como chamamos a aposentadoria militar –, veio um novo chamado.
Recebi um convite da TV Vitória para atuar como comentarista de segurança pública no programa Cidade Alerta, ao lado do jornalista Fernando Fully.
Nesse período:
O que mais me chamou atenção foi a receptividade do público, especialmente quando o assunto era como se proteger dos crimes.
Ali ficou ainda mais claro que:
Foi dessa percepção que nasceu o projeto “Chama o Coronel – Educar para Proteger”.
Este blog, assim como as demais redes sociais, foi pensado como um serviço de utilidade pública, voltado a:
Minha principal missão agora é você.
Estudos criminológicos mostram que a prevenção, baseada na redução de oportunidades e na vigilância, é altamente eficaz para diminuir o risco de vitimização.
Por isso, aqui você vai:
Não é espaço para “mimimi”, nem para glamourizar o crime.
É espaço para verdade, responsabilidade e proteção da vida.
Se você acredita que:
então este espaço também é seu.
Vamos caminhar juntos para:
Se a situação apertar… CHAMA O CORONEL – e vem aprender como se proteger.
Minha continência e meu respeito por estarmos juntos nesta caminhada.
“Tamo junto” na defesa da vida, da família e dos valores morais.